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Matérias e artigos escritos por Cleunice Monteiro,
aluna da escola de rádio (repórter) Padre Roberto Landell de Moura. Escola de rádio oficializada pelo sindicato dos radialistas.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A saga do padre brasileiro Landell de Moura, cientista pioneiro


CELIA DEMARCHI

Responda rapidamente: quem é o pai da aviação? E o rádio, quem foi que inventou? Com certeza você acertou a primeira pergunta, mas provavelmente errou a segunda, ainda que tenha pensado no físico italiano Guglielmo Marconi, no genial croata naturalizado americano Nikola Tesla ou mesmo no físico canadense Reginald Aubrey Fessenden. Na verdade, o pioneiro na transmissão de som por meio de ondas eletromagnéticas foi um brasileiro.

Pouca gente sabe disso, o que é surpreendente, até porque a vida de Roberto Landell de Moura, contemporâneo de Alberto Santos Dumont, inclui diversos ingredientes instigantes. Nascido em 1861, em Porto Alegre, ele foi, além de padre, livre pensador e cientista visionário – previu, no fim do século 19, os princípios da televisão e do controle remoto por rádio, descobriu o efeito Kirlian (a “aura” luminosa dos corpos) e praticou exorcismo. Os mais de 40 cadernos manuscritos que deixou versam sobre religião, filosofia, parapsicologia e eletricidade. Em vez de um lugar na história, porém, tal currículo lhe rendeu má reputação – Landell de Moura tinha fama de feiticeiro e chegou a ser agredido por fiéis católicos.

Na opinião do jornalista José Marques de Melo, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e diretor da cátedra Unesco da Universidade Metodista de São Paulo, entre os motivos do quase anonimato do padre cientista está um sentimento nacional que ele chama de “complexo de colonizado”: “Valorizamos tudo o que vem de fora e escondemos o que se produz aqui”. Melo, porém, tem feito sua parte para resgatar o legado brasileiro, por exemplo ao organizar a série Personagens que Fizeram História, em quatro volumes, editada pela Imprensa Oficial de 2005 a 2009, a qual reúne 72 perfis, inclusive o de Landell de Moura: “Quase não se fala dele nem mesmo nos cursos de comunicação, porque falta suporte”, diz o professor, referindo-se à escassez de bibliografia.

Aos poucos, no entanto, os fatos emergem. A obra mais completa sobre o criador do rádio, fonte das informações citadas acima (Padre Landell de Moura: um Herói sem Glória, de Hamilton Almeida) foi publicada no Brasil em 2006, pela Editora Record. Ironicamente, dois anos depois de um outro livro sobre sua saga, do mesmo autor, ter saído na Alemanha, pela Debras Verlag sob o título Pater und Wissenschaftler (“Padre e cientista”). Os dois livros, além de obras menos completas anteriores, resultaram dos esforços quase solitários do autor, um jornalista paulistano: “Acredito que a publicação na Alemanha facilitou a edição no Brasil”, diz Almeida.

Ele investiga a vida do inventor desde meados da década de 1970. No ano passado, com mais três admiradores do personagem, o jornalista lançou o Movimento Landell de Moura, com o objetivo de promover o reconhecimento oficial do inventor no país (http://www.mlm. landelldemoura. qsl.br/).

Também por ironia, a centelha que levaria Almeida à pesquisa foi acesa por um chileno, Júlio Zapata, seu professor no curso de jornalismo da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, em 1976. Zapata indicou-lhe o livro O Incrível Padre Landell de Moura: A História Triste de um Inventor Brasileiro, de Ernani Fornari, publicado em 1960 pela Editora Globo, e enfatizou que se sabia muito pouco sobre o cientista. Fascinado, Almeida começou ali uma longa investigação que o levaria a descobrir, por exemplo, que o padre pode ser considerado precursor não apenas no caso do rádio, mas também da televisão, do teletipo, do controle remoto por rádio e da fibra óptica. Tais são as conclusões, por exemplo, de estudiosos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás, de Campinas (CPqD), que, de acordo com o jornalista, interpretaram textos e desenhos técnicos deixados pelo inventor: “O Brasil teria largado na frente em telecomunicações se tivesse aproveitado seus conhecimentos, que ele inclusive patenteou no Brasil e nos Estados Unidos”.

Um dos 14 filhos do capitão Ignácio José Ferreira de Moura e de Sara Marianna Landell, Landell de Moura se interessou por ciências e filosofia ainda na puberdade e foi orientado pela família a seguir a carreira eclesiástica. Enviado para Roma, matriculou-se no Colégio Pio Americano e na Universidade Gregoriana, onde estudou física e química. Em 1886, aos 25 anos, foi ordenado padre.

Naquela época o mundo já conhecia o telégrafo com fio, invento patenteado em 1837 pelo americano Samuel Morse, que revolucionou as comunicações, eliminando as fronteiras intercontinentais. Michael Faraday já havia publicado seu tratado sobre a indução, no mesmo ano em que James Clerk Maxwell formulara a teoria eletromagnética (1873). Foi também nesse período que Heinrich Hertz comprovou a existência das ondas eletromagnéticas (1888). Estava, portanto, traçado o caminho para as comunicações sem fio. Marconi, Tesla, Fessenden e Landell de Moura transitaram simultaneamente nesse campo, e a invenção da radiotelegrafia e, mais tarde, a do rádio acabaram atribuídas ao italiano.

Marconi fez as primeiras demonstrações do telégrafo sem fio em 1895, na Inglaterra. Entretanto, antes dele – que teria plagiado os estudos de Tesla –, Landell de Moura havia provado que, além de sinais, também o som podia viajar codificado a bordo de raios luminosos e ser captado num ponto distante.

O padre brasileiro construiu seus aparelhos no fim do século 19, a partir de descobertas já consolidadas. Uma das mais essenciais, que inclusive está na base da tecnologia do telefone de Graham Bell, é a propriedade de variação da resistência elétrica do selênio. Seu “telefone sem fio”, como chamou o invento, era dotado de transmissor de som modulado por ondas eletromagnéticas de um feixe de luz, as quais ele fazia incidir, precisamente, sobre uma célula de selênio afixada no receptor, colocado à distância. A luz sensibilizava o selênio, que decodificava os sinais pela variação de sua resistência e os mandava para um fone de ouvido.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Pobre paga mais imposto que rico .

No Brasil os impostos são mais caros para quem têm menos renda, devido à injusta política tributária do país. A justificativa para a variação entre o peso dos impostos está na forma de cobrança. Como a base de arrecadação em nosso país é forte na tributação indireta, ou seja, esta embutida em alimentos ou bens de consumo, e a classe mais pobre gasta a maior parte da renda em produtos de sobrevivência, paga mais impostos.

Brasileiros que possui mais renda, deve paga mais, quem possui menos renda, deve paga menos. É necessário um sistema tributário mais justo, com igualdade,

levando sempre em consideração o peso do salário, uma pessoa que recebe um salário mínimo não deve pagar o mesmo imposto de quem ganha dez salários. Da forma que ocorre o brasileiro mais pobre está condenado a pagar mais impostos.

Embora o Brasil seja o terceiro em arrecadação, há muitas injustiças, a carga tributária não é distribuída com igualdade. O Brasil precisa de uma reforma tributária com urgência, o novo imposto deve ser cobrado de acordo com a classe social e uma redução do Estado. Para que haja um equilíbrio real na sociedade.

Por Cleunice Monteiro, aluna da escola de rádio Padre Roberto Landell de Moura

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Discriminação

Discriminar é fazer distinção. A discriminação pode ser provocada por indivíduos e instituições, sendo o motivador do preconceito. Preconceito é opinião formada antecipadamente, sem ter conhecimento dos fatos. Provocado apenas por indivíduos; ocorre com freqüência: social, racial e sexual, tal freqüência ocorre devido a contribuição da sociedade, não denunciam o crime. Muitas vezes por falta de provas, medo de sofrer repressão ou por ser constrangido. Se não há denuncia, não há crime. A redução da discriminação só ocorrerá em nosso país, quando as pessoas discriminadas registrar a denuncia e realizar movimentos para combater o preconceito. Observa -se que a desigualdade social é a conseqüência da discriminação tanto de raça, sexo ou social. Esse é um dos maiores problemas do Brasil a má - distribuição de renda. A lei obriga os partidos a terem pelo menos 30% de candidatos do sexo feminino em todas as eleições e as mulheres se aposentam mais cedo do que os homens. Mas ainda, as mulheres são discriminadas, tem salários inferiores aos dos homens embora, tenham a mesma capacidade.
É fato que os negros e os índios são os mais atingidos com a desigualdade social e com o preconceito, por motivos históricos e econômicos. Escravos indígenas foram substituídos pelos escravos negros por sua cultura negar a submissão. O escravo negro gerava tributos para o rei e lucros para os comerciantes. O Brasil foi um dos últimos países do mundo abolir o trabalho escravo.
Em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, que aboliu a escravidão em nosso país. Lei 3.353 de 13 de maio de 1888, declara Extinção a Escravidão no Brasil. Mas será que a" questão do índio e do negro" só existiu enquanto o Brasil vivia à escravidão, ou esta hoje ainda presente entre nós? Será que, o fim da escravidão liquidou a dívida da sociedade e do Estado brasileiro com os indígenas e os negros? Será que, a partir da abolição, os índios e os negros se integraram à sociedade, com os diretos iguais aos demais brasileiros, dependendo o sucesso apenas de seu esforço pessoal?
Sem sombra de dúvidas a responda é não. A liberdade aos índios e os negros só teria sido efetiva se fossem amparas com medidas para a integração à nova sociedade. Principalmente acesso à terra. É necessário trabalhar a desigualdade social para que não ocorra a discriminação.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Macumba não existe

Macumba


Macumba não existe. Um homem não tem o poder de fazer mal a outro homem. Deus te acompanha em todos os momentos e lugares, basta acreditar e ter fé que tudo da certo na tua vida, você já um vencedor.

Lutero, um ex- padre católico que viveu na idade média (10/11/1483- 18/02/1546) e desencadeou um processo de conscientização na igreja que redundou na REFORMA. Este movimento atingiu várias regiões na Alemanha, e teve influência cultural e social no mundo inteiro, principalmente na Europa. Tudo começou quando Lutero, preocupado com a salvação eterna, descobriu que havia representantes da Igreja vendendo cartas de perdão dos pecados por dinheiro, chamadas as “indulgências''. Convicto de que isso era um abuso de clérigos corruptos, Lutero escreveu as 95 afirmações contra a venda do perdão, e o pregou na porta da igreja de Wittenberg, no dia 31 de outubro de 1517 esta data a ser considerada o Dia da Reforma. Nessas afirmações Lutero procurou mostrar que Deus perdoa de graça a quem crê em Jesus Cristo, e que não se pode comprar o perdão de Deus ou conquistá – lo por méritos ou esforços próprios. Em consequência disso, Lutero recebeu uma ordem do Papa exigindo que ele se retratasse de suas afirmações. Daí descobriu que o próprio Papa estava por trás desses abusos. Como se recusasse a retrar-se, Lutero foi excomungado. Ele não queria fundar uma nova Igreja. Queria, isso sim, uma reforma na Igreja Católica Romona de sua época, mas diante da excomunhão não lhe restou alternativa. Lutero, com suas idéias, recebeu grande adesão de liderança e do povo que estava cansado de ser explorado pela Igreja daquela época e ansiava por reformas. Assim Lutero lutou por uma série de mudanças. Entre elas: determinou que a pregação fosse na língua do povo, e não mais em latim; traduziu a Bíblia para a lígua do povo e defendeu o direito de cada cristão ler e interpretar a Bíblia em busca da verdade e para a edificação de sua fé; incentivou a criação de escolas para que todos pudessem aprender a ler e escrever; defendeu o direito de cada comunidade chamar seus pregadores e professores, ou encaminhar sua demissão, em assembléia geral. Desta forma, favoreceu um processo democrático na Igreja; como cristo é o único intermediário entre Deus e os seres humanos, conforme a Bíblia, Lutero acabou com a prática da oração aos santos e a mãe de Jesus. Os santos, cristão que deixaram um bom exemplo de fé para ser seguido, devem ter sua memória preservada, mas não ser colocados na posição de intermediários entre nós e Deus. Martim Lutero valorizou o trabalho do cristão na sociedade. Tanto o trabalho profissional, como a busca de soluções para os problemas sociais, são trabalhos que agradam a Deus, pois servem ao próximo.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Renato Gaúcho

Renato Gaúcho, dono da maior audiência do Paraná

Radialista Renato Gaúcho nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul , no dia 4 de junho de 1958, e é profissional do rádio desde 1980. Chegou a Curitiba em 1986, ingressando na extinta Internacional FM e 98FM. Pouco depois, transferiu –se para a rádio Caiobá, onde permanece tendo atuado também na Atalaia, Clube AM, 98 (num segundo momento), Difusora e Independência. Além de sua atividade principal, dedica-se à Astrologia e à Literatura. Dono da maior audiência do Paraná já há muitos anos, Renato Gaúcho é criador de programas consagrados no rádio, dentre os quais se destacam sua previsão astrológica, as crônicas e mensagens que lê diariamente, e as histórias de amor narradas na seção A Música da Minha Vida.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Padre Roberto Landell de Moura


Padre-cientista
inventou o futuro


Longe dos centros de ciência, Roberto Landell de Moura inventou o rádio, concebeu a TV e previu as comunicações interplanetárias
Antes do italiano Guglielmo Marconi (1874–1937), um brasileiro transmitiu pela primeira vez no mundo a voz humana à distância através de uma onda eletromagnética. No início do século XX, quando o telégrafo sem fio era a tecnologia mais avançada nas comunicações, ele projetou a transmissão de imagens (televisão) e textos (teletipo). Também foi um dos pioneiros no desenvolvimento do controle remoto pelo rádio, entre outras descobertas notáveis.
Com ascedência paterna portuguesa, Roberto Landell de Moura (1861-1928) realizou experiências públicas de radiocomunicação para angariar patrocínio e desenvolver comercialmente os seus aparelhos. Patenteou inventos no Brasil e nos Estados Unidos. Não recebeu nenhum apoio de autoridades ou empresários.
Padre Landell foi ignorado e perseguido; destruíram seus aparelhos porque se cochichava que ele “se comunicava com o demônio”. Trabalhou sozinho, com escassos recursos, dividindo as atividades científicas com as religiosas. Inventou, projetou, construiu peças originais e montou máquinas complexas. Entrou, no entanto, para a galeria dos cientistas injustiçados e até hoje é pouco conhecido.
A sua genialidade científica brotou nos primeiros anos da República, justamente quando o Estado e a Igreja se divorciaram. E as idéias científicas e positivistas se espalharam, distanciando-se do pensamento católico. Alheio à transformação cultural, ele quis unir a religião e a ciência: “Eu vi sempre nas minhas descobertas uma dádiva de Deus.” (1924)
Além de incompreendido na dimensão de padre-cientista, pagou o preço de viver numa sociedade de tradição colonial e de dependência. A cultura brasileira de então “não se sentia atraída pela experimentação, chave mestra da ciência, e ficava pouco à vontade frente às questões tecnológicas”, segundo Shozo Motoyama (“Prelúdio para uma história: ciência e tecnologia no Brasil”, Edusp, 2004).
Roberto nasceu no centro de Porto Alegre, em 21 de janeiro de 1861. Na infância, ficou impressionado com as manchas da Lua, o abatimento moral dos pobres e as coisas científicas. Na adolescência, gostava de ler Telêmaco - uma releitura do épico de Homero (VIII aC) - e as composições poéticas. Também demonstrou interesse pelos conceitos filosóficos, a mecânica celeste e as ciências físicas e químicas. Elaborou composições químicas: uma para extrair a cárie dos dentes.
Aos 16 anos, construiu um telefone! Não se sabe como era esse aparelho. Mas se sabe que isso ocorreu em 1877, quando o invento de Graham Bell (1847-1922) tinha apenas um ano de vida. Por ordem do imperador Dom Pedro II (1825-1891), o telefone chegou ao Brasil naquele mesmo ano.
Roberto estudou num ambiente pouco propício para a sua latente vocação científica. Até o final do Império, predominou o desinteresse pelas ciências. O ensino era quase que exclusivamente literário, livresco e retórico. O destino, porém, auxiliaria no progresso da sua formação.
Com o irmão Guilherme (1863-1928), decidiu seguir a carreira religiosa. Os dois foram para Roma e se matricularam, em 22 de março de 1878, no Colégio Pio Americano. Roberto aproveitou a oportunidade para estudar física e química na Universidade Gregoriana.
Endividado pela longa estada na capital italiana, Roberto foi ordenado sacerdote em 28 de outubro de 1886. Na Europa, germinaram as primeiras idéias da teoria sobre a “Unidade das forças físicas e a harmonia do Universo”, que nortearia as suas futuras descobertas e invenções.
Regressando ao Brasil, peregrinou pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre, Uruguaiana e Santos. Por volta de 1893, viajou para a capital da nascente República, para pedir subvenção à Igreja para a realização de experiências com ondas de rádio. A resposta negativa o entristeceu, mas ele não desistiria.
Em Campinas, então com 20 mil habitantes, onde foi pároco entre 1894 e 1896, deduziu: “Todo movimento vibratório que até hoje, como no futuro, puder ser transmitido através de um condutor poderá ser transmitido através de um feixe luminoso; e, por esse mesmo fato, poderá ser também transmitido sem o concurso desse agente.”
Logo, definiu o postulado maior: “Dai-me um movimento vibratório tão extenso quanto a distância que nos separa dessas outras terras que rolam sobre as nossas cabeças ou sob nossos pés, e eu farei chegar a minha voz até lá.”
Apesar das dificuldades de toda ordem, o jornalista Ernani Fornari (1899-1964), que conheceu o Padre Landell, assinala no livro “O incrível Pe. Landell de Moura” (Ed. Globo, 1960), que as suas primeiras experiências de transmissão e recepção sem fio foram efetuadas entre os anos de 1893 e 1894.
No século XIX, o uso da eletricidade revolucionou as comunicações. Samuel Morse (1791-1872) patenteou o telégrafo com fio em 1837 (essa tecnologia chegou ao Brasil em 1852). O invento mudou a forma de vida no planeta: transformou as comunicações, acelerou o tempo dos negócios e apressou a circulação das notícias. Em 1876, surgiu o telefone com fio, de Graham Bell.
Três anos antes, James Clerk Maxwell (1831-1879) previu a existência de ondas eletromagnéticas, as quais foram comprovadas, experimentalmente, por Heinrich Hertz (1857-1894) em 1888. Havia, no mundo científico, a idéia de que sinais poderiam ser transmitidos sem o intermédio de fios. Mas não se sabia como...
Utilizando o oscilador de Hertz, a antena de Popov (1859-1905) e o coesor de Branly (1844-1940), Marconi rompeu essa barreira em 1895, ao transmitir sinais radiotelegráficos a uma centena de metros. Nos anos seguintes, dedicou-se a aperfeiçoar o telégrafo sem fio, aumentando as distâncias das transmissões.
Enquanto Marconi concentrava os seus negócios na transmissão de sinais em código Morse, Padre Landell ia além. Algumas das suas experiências foram registradas em jornais, como em O Estado de S. Paulo, de 16 de julho de 1899.
No domingo 3 de junho de 1900, em São Paulo, uma cidade de comerciantes e diversas indústrias, com 250 mil habitantes, iluminada a gás e a luz elétrica, com bondes de tração animal, Padre Landell fez novas experiências. Do alto de Santana à Avenida Paulista, provavelmente do pátio do atual Colégio Santana a um ponto onde hoje está o Colégio São Luís, numa distância aproximada de 8 km, em linha reta. Conforme está registrado no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro (10/6/1900), as experiências “coroadas de brilhante êxito” foram testemunhadas, entre outras pessoas, pelo cônsul britânico, Percy Charles Parmenter Lupton, tio de Charles Miller (1874-1953), introdutor do futebol no Brasil.
Padre Landell obteve patente no Brasil, em 9 de março de 1901, para “aparelho destinado à transmissão fonética à distância, com fio e sem fio, através do espaço, da terra e do elemento aquoso”. Mesmo assim, ele não logrou nada consistente. Decidiu, então, viajar para os Estados Unidos em meados daquele ano. Em outubro, protocolou seus inventos no United States Patent Office, em Washington D.C.
Nos EUA, Padre Landell passou necessidades econômicas e adoeceu. Com firme determinação conseguiu atender todas as rigorosas exigências dos norte-americanos e, finalmente, em 1904, obteve três patentes: Wave Transmitter, Wireless Telephone e Wireless Telegraph.
No final de 1904, retornou ao Brasil cheio de esperança. Escreveu ao presidente da República, Rodrigues Alves (1848-1919), solicitando dois navios para fazer uma demonstração dos seus inventos. Novamente, foi ignorado em seu próprio país. Julgaram que se tratasse de um louco.
Quando ele lutava desesperadamente para patentear seus inventos nos EUA, a telegrafia sem fio começava a se espalhar pelo Hemisfério Norte. Em 1903, a Marinha brasileira começou a estudar a implantação da radiotelegrafia, comparando as ofertas comerciais existentes. A primeira mensagem do gênero foi transmitida no país em fevereiro de 1905, com tecnologia importada da Alemanha. Naquele instante, retomando suas funções religiosas em Botucatu (SP), Padre Landell já sabia como transmitir não só sinais à distância sem fios, mas a voz humana, sons musicais, o tic tac de um relógio...
Em suas patentes, Padre Landell recomendou o emprego das ondas curtas para aumentar a distância das transmissões. Em 1904, essas ondas não eram consideradas por outros cientistas. Marconi só reconheceria as suas vantagens em 1916. Também transmitiu, pela primeira vez, em ondas contínuas (usadas até hoje), que são superiores às ondas amortecidas adotadas nos primórdios das radiocomunicações por outros cientistas.
Na transmissão de mensagens pela luz, o padre-cientista utilizou o mesmo princípio que aperfeiçoou as comunicações modernas, empregando-se o laser e as fibras ópticas.
Quanto à transmissão da voz humana pelo rádio, consta que, em 23 de dezembro de 1900 (seis meses após a última transmissão do Padre Landell em São Paulo), o físico canadense Reginald Fessenden (1866-1932) enviou uma mensagem audível para seu assistente. Fessenden patenteou o invento nos EUA, em setembro de 1901 – e Landell, no Brasil, seis meses antes. As primeiras experiências desse gênero, de Marconi, aconteceram em 1914.
Padre Landell planejou voltar aos EUA para desenvolver novos projetos de invenções e comercializar as patentes obtidas. Mas foi, segundo suas próprias palavras, “forçado” a abandonar os estudos e a promissora carreira de inventor. Manuscritos comprovam que, em 1904, ele projetou a televisão, batizada de “The Telephotorama ou A visão à distância”. A primeira transmissão pública de TV só aconteceu em 1926. O teletipo imaginado por Landell foi inventado em 1928. Enveredando por outras áreas, descobriu a bioeletrografia ou fotografia Kirlian em 1907, décadas antes dos soviéticos.
À frente de sua época, Padre Landell poderia, se tivesse recebido o apoio devido na hora certa, ter alinhado o Brasil às nações detentoras de tecnologia de um setor de ponta.
“Uma pergunta patriótica”
“Quem foi que inventou a telefonia sem fio? A telefonia sem fio, tanto a acústica como a ondulatória luminosa e elétrica ou magnética, foi o autor destas linhas (...), que também é autor de muitos outros aparelhos elétricos. O que foi Santos Dumont para a navegação aérea, foi o autor dessas linhas para a transmissão sem fio tanto do sinal inteligente como da palavra articulada. Santos Dumont está bem, porém o seu colega contemporâneo vive esquecido porque cometeu um crime, o de querer sair da sacristia para mostrar ao mundo que a religião nunca se opôs ao progresso da humanidade.”
O desencanto desse texto escrito pelo Padre Landell só é consolado por outra reflexão, de 1924: “Sempre trabalhei para o bem da humanidade. Folgo em ver realizado, na prática utilitária, aquilo que foi o meu sonho de muitos dias, de muitos meses, de muitos anos.”
Padre Landell morreu no anonimato, no dia 30 de junho de 1928, em Porto Alegre. Duas réplicas do transmissor de ondas foram construídas, na capital gaúcha, e funcionam, ratificando a sua criatividade.
Se não fossem os esforços isolados de alguns admiradores e radioamadores, como Alda S. Niemeyer, de Blumenau, que divulgou os feitos do brasileiro na Alemanha, e de Arnaldo Nascimento e Murillo de Sousa Reis, que publicaram livro em Portugal (Subsídios para saldar uma dívida), Padre Landell seria apenas uma sombra na história.
O governo brasileiro reconhece Santos Dumont (1873-1932) como o “pai da aviação”. Está pendente o resgate oficial dos méritos do “pai do rádio” e pioneiro das telecomunicações. Padre Landell é patrono dos radioamadores brasileiros.
HAMILTON ALMEIDA é jornalista e autor dos livros “Padre Landell de Moura: um herói sem glória” (Editora Record, 2006) e “Pater und Wissenschaftler” (Debras Verlag, 2004, Deutschland)


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Padre-cientista inventou o futuro

Padre-cientista inventou o futuro

Longe dos centros de ciência, Roberto Landell de Moura inventou o rádio, concebeu a TV e previu as comunicações interplanetárias
Antes do italiano Guglielmo Marconi (1874–1937), um brasileiro transmitiu pela primeira vez no mundo a voz humana à distância através de uma onda eletromagnética. No início do século XX, quando o telégrafo sem fio era a tecnologia mais avançada nas comunicações, ele projetou a transmissão de imagens (televisão) e textos (teletipo). Também foi um dos pioneiros no desenvolvimento do controle remoto pelo rádio, entre outras descobertas notáveis. Com ascedência paterna portuguesa, Roberto Landell de Moura (1861-1928) realizou experiências públicas de radiocomunicação para angariar patrocínio e desenvolver comercialmente os seus aparelhos. Patenteou inventos no Brasil e nos Estados Unidos. Não recebeu nenhum apoio de autoridades ou empresários. Padre Landell foi ignorado e perseguido; destruíram seus aparelhos porque se cochichava que ele “se comunicava com o demônio”. Trabalhou sozinho, com escassos recursos, dividindo as atividades científicas com as religiosas. Inventou, projetou, construiu peças originais e montou máquinas complexas. Entrou, no entanto, para a galeria dos cientistas injustiçados e até hoje é pouco conhecido. A sua genialidade científica brotou nos primeiros anos da República, justamente quando o Estado e a Igreja se divorciaram. E as idéias científicas e positivistas se espalharam, distanciando-se do pensamento católico. Alheio à transformação cultural, ele quis unir a religião e a ciência: “Eu vi sempre nas minhas descobertas uma dádiva de Deus.” (1924) Além de incompreendido na dimensão de padre-cientista, pagou o preço de viver numa sociedade de tradição colonial e de dependência. A cultura brasileira de então “não se sentia atraída pela experimentação, chave mestra da ciência, e ficava pouco à vontade frente às questões tecnológicas”, segundo Shozo Motoyama (“Prelúdio para uma história: ciência e tecnologia no Brasil”, Edusp, 2004). Roberto nasceu no centro de Porto Alegre, em 21 de janeiro de 1861. Na infância, ficou impressionado com as manchas da Lua, o abatimento moral dos pobres e as coisas científicas. Na adolescência, gostava de ler Telêmaco - uma releitura do épico de Homero (VIII aC) - e as composições poéticas. Também demonstrou interesse pelos conceitos filosóficos, a mecânica celeste e as ciências físicas e químicas. Elaborou composições químicas: uma para extrair a cárie dos dentes. Aos 16 anos, construiu um telefone! Não se sabe como era esse aparelho. Mas se sabe que isso ocorreu em 1877, quando o invento de Graham Bell (1847-1922) tinha apenas um ano de vida. Por ordem do imperador Dom Pedro II (1825-1891), o telefone chegou ao Brasil naquele mesmo ano. Roberto estudou num ambiente pouco propício para a sua latente vocação científica. Até o final do Império, predominou o desinteresse pelas ciências. O ensino era quase que exclusivamente literário, livresco e retórico. O destino, porém, auxiliaria no progresso da sua formação. Com o irmão Guilherme (1863-1928), decidiu seguir a carreira religiosa. Os dois foram para Roma e se matricularam, em 22 de março de 1878, no Colégio Pio Americano. Roberto aproveitou a oportunidade para estudar física e química na Universidade Gregoriana. Endividado pela longa estada na capital italiana, Roberto foi ordenado sacerdote em 28 de outubro de 1886. Na Europa, germinaram as primeiras idéias da teoria sobre a “Unidade das forças físicas e a harmonia do Universo”, que nortearia as suas futuras descobertas e invenções. Regressando ao Brasil, peregrinou pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre, Uruguaiana e Santos. Por volta de 1893, viajou para a capital da nascente República, para pedir subvenção à Igreja para a realização de experiências com ondas de rádio. A resposta negativa o entristeceu, mas ele não desistiria. Em Campinas, então com 20 mil habitantes, onde foi pároco entre 1894 e 1896, deduziu: “Todo movimento vibratório que até hoje, como no futuro, puder ser transmitido através de um condutor poderá ser transmitido através de um feixe luminoso; e, por esse mesmo fato, poderá ser também transmitido sem o concurso desse agente.” Logo, definiu o postulado maior: “Dai-me um movimento vibratório tão extenso quanto a distância que nos separa dessas outras terras que rolam sobre as nossas cabeças ou sob nossos pés, e eu farei chegar a minha voz até lá.” Apesar das dificuldades de toda ordem, o jornalista Ernani Fornari (1899-1964), que conheceu o Padre Landell, assinala no livro “O incrível Pe. Landell de Moura” (Ed. Globo, 1960), que as suas primeiras experiências de transmissão e recepção sem fio foram efetuadas entre os anos de 1893 e 1894. No século XIX, o uso da eletricidade revolucionou as comunicações. Samuel Morse (1791-1872) patenteou o telégrafo com fio em 1837 (essa tecnologia chegou ao Brasil em 1852). O invento mudou a forma de vida no planeta: transformou as comunicações, acelerou o tempo dos negócios e apressou a circulação das notícias. Em 1876, surgiu o telefone com fio, de Graham Bell. Três anos antes, James Clerk Maxwell (1831-1879) previu a existência de ondas eletromagnéticas, as quais foram comprovadas, experimentalmente, por Heinrich Hertz (1857-1894) em 1888. Havia, no mundo científico, a idéia de que sinais poderiam ser transmitidos sem o intermédio de fios. Mas não se sabia como... Utilizando o oscilador de Hertz, a antena de Popov (1859-1905) e o coesor de Branly (1844-1940), Marconi rompeu essa barreira em 1895, ao transmitir sinais radiotelegráficos a uma centena de metros. Nos anos seguintes, dedicou-se a aperfeiçoar o telégrafo sem fio, aumentando as distâncias das transmissões. Enquanto Marconi concentrava os seus negócios na transmissão de sinais em código Morse, Padre Landell ia além. Algumas das suas experiências foram registradas em jornais, como em O Estado de S. Paulo, de 16 de julho de 1899. No domingo 3 de junho de 1900, em São Paulo, uma cidade de comerciantes e diversas indústrias, com 250 mil habitantes, iluminada a gás e a luz elétrica, com bondes de tração animal, Padre Landell fez novas experiências. Do alto de Santana à Avenida Paulista, provavelmente do pátio do atual Colégio Santana a um ponto onde hoje está o Colégio São Luís, numa distância aproximada de 8 km, em linha reta. Conforme está registrado no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro (10/6/1900), as experiências “coroadas de brilhante êxito” foram testemunhadas, entre outras pessoas, pelo cônsul britânico, Percy Charles Parmenter Lupton, tio de Charles Miller (1874-1953), introdutor do futebol no Brasil. Padre Landell obteve patente no Brasil, em 9 de março de 1901, para “aparelho destinado à transmissão fonética à distância, com fio e sem fio, através do espaço, da terra e do elemento aquoso”. Mesmo assim, ele não logrou nada consistente. Decidiu, então, viajar para os Estados Unidos em meados daquele ano. Em outubro, protocolou seus inventos no United States Patent Office, em Washington D.C. Nos EUA, Padre Landell passou necessidades econômicas e adoeceu. Com firme determinação conseguiu atender todas as rigorosas exigências dos norte-americanos e, finalmente, em 1904, obteve três patentes: Wave Transmitter, Wireless Telephone e Wireless Telegraph. No final de 1904, retornou ao Brasil cheio de esperança. Escreveu ao presidente da República, Rodrigues Alves (1848-1919), solicitando dois navios para fazer uma demonstração dos seus inventos. Novamente, foi ignorado em seu próprio país. Julgaram que se tratasse de um louco. Quando ele lutava desesperadamente para patentear seus inventos nos EUA, a telegrafia sem fio começava a se espalhar pelo Hemisfério Norte. Em 1903, a Marinha brasileira começou a estudar a implantação da radiotelegrafia, comparando as ofertas comerciais existentes. A primeira mensagem do gênero foi transmitida no país em fevereiro de 1905, com tecnologia importada da Alemanha. Naquele instante, retomando suas funções religiosas em Botucatu (SP), Padre Landell já sabia como transmitir não só sinais à distância sem fios, mas a voz humana, sons musicais, o tic tac de um relógio... Em suas patentes, Padre Landell recomendou o emprego das ondas curtas para aumentar a distância das transmissões. Em 1904, essas ondas não eram consideradas por outros cientistas. Marconi só reconheceria as suas vantagens em 1916. Também transmitiu, pela primeira vez, em ondas contínuas (usadas até hoje), que são superiores às ondas amortecidas adotadas nos primórdios das radiocomunicações por outros cientistas. Na transmissão de mensagens pela luz, o padre-cientista utilizou o mesmo princípio que aperfeiçoou as comunicações modernas, empregando-se o laser e as fibras ópticas. Quanto à transmissão da voz humana pelo rádio, consta que, em 23 de dezembro de 1900 (seis meses após a última transmissão do Padre Landell em São Paulo), o físico canadense Reginald Fessenden (1866-1932) enviou uma mensagem audível para seu assistente. Fessenden patenteou o invento nos EUA, em setembro de 1901 – e Landell, no Brasil, seis meses antes. As primeiras experiências desse gênero, de Marconi, aconteceram em 1914. Padre Landell planejou voltar aos EUA para desenvolver novos projetos de invenções e comercializar as patentes obtidas. Mas foi, segundo suas próprias palavras, “forçado” a abandonar os estudos e a promissora carreira de inventor. Manuscritos comprovam que, em 1904, ele projetou a televisão, batizada de “The Telephotorama ou A visão à distância”. A primeira transmissão pública de TV só aconteceu em 1926. O teletipo imaginado por Landell foi inventado em 1928. Enveredando por outras áreas, descobriu a bioeletrografia ou fotografia Kirlian em 1907, décadas antes dos soviéticos. À frente de sua época, Padre Landell poderia, se tivesse recebido o apoio devido na hora certa, ter alinhado o Brasil às nações detentoras de tecnologia de um setor de ponta.
“Uma pergunta patriótica” “Quem foi que inventou a telefonia sem fio? A telefonia sem fio, tanto a acústica como a ondulatória luminosa e elétrica ou magnética, foi o autor destas linhas (...), que também é autor de muitos outros aparelhos elétricos. O que foi Santos Dumont para a navegação aérea, foi o autor dessas linhas para a transmissão sem fio tanto do sinal inteligente como da palavra articulada. Santos Dumont está bem, porém o seu colega contemporâneo vive esquecido porque cometeu um crime, o de querer sair da sacristia para mostrar ao mundo que a religião nunca se opôs ao progresso da humanidade.” O desencanto desse texto escrito pelo Padre Landell só é consolado por outra reflexão, de 1924: “Sempre trabalhei para o bem da humanidade. Folgo em ver realizado, na prática utilitária, aquilo que foi o meu sonho de muitos dias, de muitos meses, de muitos anos.” Padre Landell morreu no anonimato, no dia 30 de junho de 1928, em Porto Alegre. Duas réplicas do transmissor de ondas foram construídas, na capital gaúcha, e funcionam, ratificando a sua criatividade. Se não fossem os esforços isolados de alguns admiradores e radioamadores, como Alda S. Niemeyer, de Blumenau, que divulgou os feitos do brasileiro na Alemanha, e de Arnaldo Nascimento e Murillo de Sousa Reis, que publicaram livro em Portugal (Subsídios para saldar uma dívida), Padre Landell seria apenas uma sombra na história. O governo brasileiro reconhece Santos Dumont (1873-1932) como o “pai da aviação”. Está pendente o resgate oficial dos méritos do “pai do rádio” e pioneiro das telecomunicações. Padre Landell é patrono dos radioamadores brasileiros.
HAMILTON ALMEIDA é jornalista e autor dos livros “Padre Landell de Moura: um herói sem glória” (Editora Record, 2006) e “Pater und Wissenschaftler” (Debras Verlag, 2004, Deutschland)
Frases:
“Bem sei que, em coisas de ciência, o que avança em relação à sua época não deve esperar justiça dos contemporâneos” (Padre Landell)
Antes de Fessenden e Marconi, o brasileiro transmitiu a voz humana por uma onda de rádio e mereceu reportagem no New York Herald, em 1902
Livros como O Brazil Actual (1904), de Arthur Dias, e Brazil in 1909, de J.C. Oakenfull, divulgaram o pioneirismo do Padre Landell no rádio
A TV mostrou Neil Armstrong na Lua (1969). Ele foi ouvido pelo rádio. No fim do século XIX, Padre Landell acreditava nessas possibilidades
DADOS PESSOAIS PARA CONTATO:Hamilton AlmeidaRua Frei Caneca, 485, apto. 73-BBairro ConsolaçãoSão Paulo – SPCEP 01307-001(011) 3120.3373 ou 7236.5560

hamilton_xxi@yahoo.com

18º Sessão ordinária do Segundo Período Legislativo da Câmara Municipal

18º Sessão ordinária CM SJP

Nesta quinta (01) outubro, às 15h15, ocorreu a 18º sessão ordinária na Câmara Municipal de São José dos Pinhais, entre os 14 vereadores faltou, Mari Temperasso (PSDB), Walder Mulbak (DEM). Vereador Imar Augusto (PSB) usou a palavra em explicação pessoal, relatou a deficiência da segurança pública no município. Kombi, placa ALA, da Secretaria de Educação, adquirida com o dinheiro do FUMDEB, está sendo utilizada em outras secretarias, disse Imar Augusto. Vereador Sylvio Monteiro (DEM) usou a tribuna da Casa, “Hoje é um dia muito especial para todos nós, nesta data comemora – se o dia do vereador, portanto transmito – lhes o meu fraterno abraço, pois chegar até aqui não foi fácil, prosseguir na caminhada então nem se fala, pois é a nossa missão, a missão de servir ao povo, para que a sociedade se sinta dignamente representada em todos os seus seguimentos, em estados, em toda a sua diversidade. Cabe aqui neste 01 de outubro, um apelo à reflexão, sobre nosso verdadeiro papel de vereador, aos desafios que se colocam ao nosso cotidiano da vida de parlamentado. Será que estamos correspondendo as expectativas de quem nos elegeu? Estamos desempenhando as atribuições contidas em nossa lei orgânica? Principalmente no que desrespeito a fiscalização contábil, financeira e orçamentária? Minha gente que 1º de outubro seja abençoado para todos os vereadores. Meus parabéns pela passagem do dia,” disse Sylvio Monteiro.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Movimento cria site para que Landell de Moura

Movimento cria site para que Landell de Moura seja reconhecido como pioneiro das telecomunicações

O padre-cientista brasileiro Roberto Landell de Moura foi o pioneiro mundial das telecomunicações, mas perdeu a batalha de marketing para Guglielmo Marconi, que colou seu nome ao da invenção da radiodifusão. Erros históricos também podem ser reparados. É nisso que acredita o Movimento Landell de Moura (MLM), que acaba de colocar no ar um site – www.mlm.landelldemoura.qsl.br – a fim de angariar adesões a um abaixo-assinado, que pretende o reconhecimento dos feitos científicos do padre Landell, ao menos no Brasil. E que sua obra seja incluída no currículo escolar brasileiro. Embora tenha inventado o rádio antes de Marconi, obtido patentes no Brasil e nos Estados Unidos, e projetado a televisão e o teletipo muitos anos antes do que diz a história oficial, padre Landell não foi reconhecido em seu tempo, e é quase desconhecido nos dias atuais. Nem em seu país teve ou tem o reconhecimento devido. O site do Movimento Landell de Moura (MLM) pode ser acessado em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e alemão – e contém dados e documentos relativos às invenções do Padre Landell, além da bibliografia existente e links para outros sites que relatam os feitos do cientista. O abaixo-assinado é digital. O MLM não tem fins político-partidários, religiosos, financeiros ou de promoção pessoal. O intuito é sensibilizar o governo brasileiro para que seja reparada uma injustiça histórica cometida contra um genial inventor brasileiro. Um reconhecimento, aliás, que valoriza a ciência nacional. O MLM é uma iniciativa dos radioamadores Alda Niemeyer (PP5ASN) e Daniel Figueredo (PU6ZAA), do jornalista e escritor Hamilton Almeida, e do professor de matemática e especialista em eletrônica industrial, Luiz Netto.
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Comissões Permanentes do Poder Legislativo SJP

Comissões Permanentes do Poder Legislativo de São José dos Pinhais no exercício de 2009

- Comissão de Constituição e Justiça- Ubiratan Pedroso ( Bira do Banco) - Presidente- Sebastião Carlos de Castro- Carlos Machado
- Comissão de Finanças e Orçamento- Joel Almeida – Presidente- Mari Lúcia Stoco Ulson- Onildo Francisco dos Santos
- Comissão de Viação e Obras Públicas-Sebastião Carlos de Castro – Presidente- Imar Augusto - Onildo Francisco dos Santos
- Comissão de Urbanismo, Habitação, Serviços Públicos e Meio Ambiente- Antonio Rubens Salton – Presidente- Mari Lúcia Stoco Ulson- Carlos Machado
- Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer- Walder Mulbak – Presidente- Joel Gomes de Almeida- Ubiratan Pedroso ( Bira do Banco)
- Comissão de Saúde e Assistência Social- Sylvio Monteiro Neto – Presidente- Ailton Alves de Oliveira – Presidente- Antonio Rubens Salton
- Comissão de Assuntos da Criança, Adolescente e Idoso- Ailton Alves de Oliveira – Presidente- Walder Mulbak- Maria Elena Ribeiro de Andrade Hendler ( Mari Temperasso)
- Comissão de Agricultura, Comércio, Indústria e Turismo- Maria Elena Ribeiro de Andrade Hendler – Presidente- José Viera da Silva- Sylvio Monteiro Neto

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Primeiros casos da Gripe A em SJP

Secretaria de Saúde de São José dos Pinhais confirma primeiros casos da Gripe A
Município possui cinco casos confirmados da doença .

A secretaria Municipal de Saúde informou na noite de quinta – feira (23), por meio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de São José dos Pinhais, que o município possui cinco casos confirmados da Gripe A.Os primeiros tratamentos surgem no momento em que algumas empresas começam a se informar e tomar medidas preventivas. Segundo a secretaria as pessoas foram medicadas e se encontram bem. Um dos atendidos é um taxista que atua no centro da cidade e regularmente trabalha como apoio na demanda de passageiros do Aeroporto Internacional Afonso Pena. ( Fonte jornal Metrópole)

sábado, 25 de julho de 2009

Padre Roberto Landell de Moura

Padre Roberto Landell de Moura

A história desse padre, nascido em 21 de janeiro de 1861, na antiga Praça do Mercado, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, merece destaque. No ano de 1893, ou seja, dois anos antes da primeira experiência do jovem cientista italiano Guglielmo Marconi, o Padre Landell de Moura realizava, em São Paulo, o alto da Avenida Paulista para o Alto do Santana, a uma distância de aproximadamente oito quilômetros entre o aparelho transmissor e receptor, a primeira transmissão de voz, telegrafia de telefonia sem fio (Rádio com voz). E conseguiu esse feito utilizando aparelhos de sua própria confecção. O governo brasileiro, a imprensa não deu nenhuma importância ao fato e o povo presente chegou a chamar o padre de bruxo. Com certeza o nosso padre foi o primeiro a fazer uma transmissão de rádio no mundo.

( Livro do livro, Lourival Palitto Pedrazzani).

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Comunidade de S.J.P. agradece Chico do Uberaba

Comunidade de S.J.P. agradece Chico do Uberaba

À comunidade de São José dos Pinhais agradece ao comunicador Chico do Uberaba, que tinha seu programa de segunda à sexta, 12h00 às 13h00 na rádio Mais, pelo trabalho que desempenhou no município. Mesmo sendo Curitibano, demonstrou o carinho que tem por São José, realizou um trabalho em prol dos São-joseenses, ouvindo as sugestões, reclamações e denúncias da comunidade, cobrando das autoridades competentes. A população lamenta a saída do Chico do rádio, contribuiu com este município, é um a menos para lutar por melhorias à São José e por um país mais justo, com menos discriminação, e com mais igualdade, é muito pra poucos e pouco pra muitos. Brasileiros pagam altos impostos, no entanto não tem uma vida digna como prevê nossa Constituição. O orçamento do município 428.445.860.00 ( quatrocentos e vinte e oito milhões, quatrocentos e quarenta e cinco mil e oitocentos e sessenta reais), São José tem recursos suficiente para prestar serviços com qualidade aos São – Joseenses. Orçamento da Câmara Municipal 12.960.000.00 ( doze milhões e novecentos e sessenta mil), é de se esperar que o legislativo deste município desempenhe seu papel de fato, fiscalizar o executivo e criar leis que visem interesse da comunidade. O prefeito, vereador, deputado e o presidente influenciam a sua vida, faça do seu voto a revolução, é a única arma que temos em mão, analise, pense só depois decida, diga não a corrupção. Por Cleunice Monteiro, aluna da escola de rádio Padre Roberto Landell de Moura.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Comissão aprova proibição de políticos serem donos de emissoras de rádio e TV

Comissão aprova proibição de políticos serem donos de emissoras de rádio e TV 03/12/2008

18:01 Agência Estado Gazeta A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados aprovou hoje (3) um relatório elaborado pela deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG) com sugestões de novas regras para a concessão de outorgas de rádio e televisão. O relatório sugere a apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para proibir "expressamente" que parlamentares sejam donos de emissoras de rádio e TV.A proibição alcançaria também, segundo a proposta, detentores de cargos públicos, como ministros, governadores e prefeitos. O texto sugerido para a PEC acrescenta um parágrafo ao artigo 222 da Constituição e estabelece que "não poderá ser proprietário, controlador, gerente ou diretor de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens quem esteja investido em cargo público ou no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial".O relatório aguarda há um ano pela votação e foi resultado do trabalho de uma subcomissão criada para estudar o assunto. A presidente da subcomissão, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), pediu que a Comissão de Ciência e Tecnologia se mobilize para recolher 171 assinaturas de deputados para que a PEC seja apresentada formalmente.Durante as discussões na subcomissão, Erundina já havia defendido a necessidade de se criar regras explícitas para proibir políticos de ser proprietários de emissoras. Segundo ela, essa proibição consta da Constituição, mas os políticos se aproveitam do fato de que o texto não é claro e nunca foi regulamentado.Em seu relatório, a deputada Maria do Carmo diz que "a propriedade e a direção de emissoras de rádio e TV são incompatíveis com a natureza do cargo político". Segundo ela, há um "notório conflito de interesses" no caso dos parlamentares, já que os pedidos de renovação e de novas outorgas de rádio e TV passam pela aprovação de deputados e senadores.O relatório sugere o encaminhamento de outras PECs, como a que permitiria que uma outorga fosse cassada ou cancelada sem a necessidade de decisão judicial. Pelas regras atuais, mesmo quando é constatada irregularidade, a cassação se dá apenas com ordem de um juiz. O relatório sugere também que se dê prioridade a projetos de lei como o que trata de regras para as rádios comunitárias, por exemplo.A deputada disse que há ainda em seu relatório a indicação de que o Ministério das Comunicações crie uma estrutura descentralizada para atender aos pedidos de concessões e mantenha um canal multimídia para receber denúncias da sociedade sobre o descumprimento das regras pelas emissoras.

Carta aberta do prefeito Ivan Rodrigues

Carta aberta do prefeito Ivan Rodrigues ao amigo
Dr. Alan César Diório São José dos Pinhais, 10/07/2009
Ao meu amigo Alan Quero de público manifestar meu mais profundo agradecimento à colaboração inestimável que o prezado amigo Alan deu na condição de Secretário Municipal de Saúde nestes primeiros meses de governo. O simples fato de o amigo ter de imediato aceito meu convite para enfrentar tal desafio, liberando-se de suas inúmeras atividades junto aos seus pacientes e junto ao Governo do Estado para atuar no município, foi demonstração de confiança e apoio que só me resta agradecer. O processo de recuperação dos serviços da Saúde em São José dos Pinhais é complexo, pois muitas ações foram executadas de forma equivocada e eleitoreira. Hoje é necessário desmontar essa construção mal feita que a cada momento ameaça ruir. Administrar uma Secretaria – que assumiu a responsabilidade de manter em funcionamento um hospital sem ter previsão orçamentária para tal – é uma tarefa “quase impossível” que meu amigo Alan desempenhou. Os serviços à população ainda estão precários, mas os primeiros passos para a melhoria já foram dados e isso se deve a você, meu amigo. As pessoas que compõem a equipe da Secretaria Municipal de Saúde saberão dar os próximos passos enquanto o amigo volta à sua atividade habitual com a certeza de ter contribuído para a reconstrução da Saúde em nossa cidade. Boa sorte e os sinceros agradecimentos ao Dr. Alan Diório, são os votos de toda a população de São José dos Pinhais e do Prefeito Ivan Rodrigues.
São José dos Pinhais, 10 de Julho de 2009.
Prefeito Ivan Rodrigues

terça-feira, 7 de julho de 2009

1° Conferência Municipal Economia Solidária SJP

1° Conferência Municipal Economia Solidária SJP

Nesta sabádo 04 de julho, ocorreu na Câmara Municipal deste município, a primeira Conferência Municipal de São josé dos Pinhais e do Brasil, foi lido, debatido e aprovado o regimento interno e o anteprojeto de lei Economia Solidária que cria para o município, lei de fomento à Economia Solidária. Economia solidária é uma resposta à crise do trabalho numa perpectativa emancipatória, pautada em variadas formas de organização, de produção, comercialização e consumo tendo como características da economia solidária: posse coletiva dos meios de produção; distribuição socializada destes meios e do excedente gerado pelo trabalho; autogestão, ou seja, gestão coletiva e democracia participativa; respeito à natureza; resgatar o valor do trabalho como gerador de riquezas; significado da palavra economia- OIKOS + NOMOS = cuidar da casa. Não é responsabilidade social, Economia Solidária, em sua forma de atuação, negam os princípios da autogestão e da intercooperação, reproduzindo mecanismo que mantém a subalternidade do trabalho em relação ao capital e concentram a riqueza socialmente produzida, não é política compesatório ou assistencialista.Eixos de ação: financiamento, comercialização , capacitação do processo produtivo, formação e educação em autogestão, incubação de cooperativas de Economia Solidária, centros públicos de economia solidária e marco legal..Como gestor daqui do município, essa questão que o nosso Prefeito Ivan Rodrigues, esta administrando São José dos Pinhais , a gente ve que a participação da comunidade esta sendo muito forte, e isso eu acho muito mais importante, porque nos pra poder governa, nos temos que estar com ideias do povo, politica pública não se faz atras de uma escrivanimha, faz junto com à população. E quero dizer que eu achei importante colocar, que o avanço do territorio tem que ser solidário e sustentavel, porque pra avançar um territorio simplesmente com economia é fácil, se a gente colocasse um muro aqui, as empresas que quizer, independente de estar numa área de preservação ou não, ia chove de indústria aqui no município, não podemos pensar assim, temos que pensar na sustentabilidade da nossa cidade e também na solidariedade, isso que eu acho até que é mais importante que a própria economia, porque daqui uns dias nos não vamos ter aqui, nem a nossa terra e nem o nosso meio ambiente pra poder sobreviver, disse o vice - prefeito Jairo Melo.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

39 sessão ordinária da Câmara Municipal de São josé

39 sessão ordinária da Câmara Municipal de São josé
Nesta terça (30) junho, às 15h13, ocorreu a 39 sessão ordinária da Câmara Municipal de São de José dos Pinhais, entre os quatorze vereadores faltou o vereador Feneme. Segundo os vereadores de oposição não estão sendo atendidos pela Prefeitura do Município, estão tendo dificudade até mesmo em informações das secretarias competentes. Os prejudicados da história é a população São-joseense. A saúde deste município merece ser olhada com mais carinho, estamos falando de vida. È pago tantos impostos, mas a onde é investido este dinheiro? Fim de sessão 16h30.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

As 95 Teses de Martinho Lutero

As 95 Teses de Martinho Lutero por Martinho Lutero

Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, de onde posteriormente veio a Igreja Presbiteriana, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.


Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém. 1ª TeseDizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos...., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento. 2ª TeseE esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes. 3ª TeseTodavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne. 4ª TeseAssim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna. 5ª TeseO papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais. 6ª TeseO papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada. 7ª TeseDeus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário. 8ª TeseCanones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos. 9ª TeseEis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema 10ª TeseProcedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas. 11ª TeseEste joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo. 12ª TeseOutrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar. 13ª TeseOs moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição. 14ª TesePiedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor. 15ª TeseEste temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero. 16ª TeseInferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza. 17ª TeseParece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor. 18ª TeseBem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor. 19ª TeseAinda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto. 20ª TesePor isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas. 21ª TeseEis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa. 22ª TesePensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida. 23ª TeseVerdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos. 24ª TeseAssim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas. 25ª TeseExatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d'almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular. 26ª TeseO papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão. 27ª TesePregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório. 28ª TeseCerto é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus. 29ª TeseE quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal. 30ª TeseNinguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados. 31ª TeseTão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram. 32ª TeseIrão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência. 33ª TeseHá que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus. 34ª TeseTanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens. 35ª TeseEnsinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar. 36ª TeseTodo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência. 37ª TeseTodo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência. 38ª TeseEntretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino. 39ª TeseÉ extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar. 40ª TeseO verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso. 41ª TeseÉ necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas. 42ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade. 43ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências. 44ª TeseÊ que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena. 45ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus. 46ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências. 47ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada 48ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro. 49ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus. 50ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas. 51ª TeseDeve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro. 52º TeseComete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor. 53ª TeseSão inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas. 54ª TeseEsperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia. 55ª TeseA intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades. 56ª TeseOs tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo. 57ª TeseQue não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam. 58ª TeseTão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior. 59ª TeseSão Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época. 60ª TeseAfirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo. 61ª TeseEvidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta. 62ª TeseO verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus. 63ª TeseEste tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos. 64ª Tese Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros. 65ª Tese Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados. 66ª Tese Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens. 67ª Tese As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos. 68ª Tese Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz. 69ª Tese Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência- 70ª Tese Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos. 71ª Tese Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado. 72ª Tese Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito. 73ª Tese Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente. 74ª Tese Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir. 75ª Tese Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente. 78 ª Tese Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui. 77ª Tese Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa. 78ª Tese Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12. 79ª Tese Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia. 80ª Tese Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento. 81ª Tese Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos. 82 ª Tese Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima' caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante? 83ª Tese Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto' ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados? 84ª Tese Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga? 85ª Tese Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor? 86ª Tese Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres? 87ª Tese Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária? 88ª Tese Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito. 89ª Tese Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes? 90ª Tese Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos. 91ª Tese Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido. 92ª Tese Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz. 93ª Tese Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz. 94ª Tese Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno. 95ª Tese E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Oração do Radialista

Oração do Radialista

Senhor faça deste microfone um condutor da verdade.Mantenha - me firme e sereno para equilibrar o meu senso de justiça. Direcione o meu conhecimento para produzir faíscas de esperança.Não permita que me perca pelos caminhos distantes da razãoJamais deixe algum sentimento distorcer a essência do que precisa ser dito.Senhor, ilumine as minhas palavras para que elas carreguem alento. Conceda -mesabedoria para falar e bastante paciência para saber ouvir. Inspira - me com bons pensamentos e que eu defenda apenas o que acredito.Senhor, mantenha -me seguro todos os dias na sinuosa pista da humildade. Que a minha voz se faça ouvir sem frieza nem sensacionalismo.Livr a -me da arrogância, do medo, da vaidade e da indiferença.Evite que usem indevidamente a minha voz para prejudicar alguém. Faça de mim porta voz da cidadania, da credibilidade e da isenção.Senhor, impeça que eu induza a pré - julgamentos ou a condenações. Corrija o meu excessode individualidade e me torne mais flexível.Dá - me firmeza para eu não escorregar nas armadilhas da palavra.Senhor. proteja minhas cordas vocais, ferramenta do meu ganha pão. Proteja, Senhor, a todos os meus ouvintes, razão do meu trabalho.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

33ª Sessão ordinária da Câmara Municipal


33ª Sessão ordinária da Câmara Municipal de São José
Ontem ocorreu a 33ª sessão ordinária da Câmara Municipal de São José dos Pinhais, às 15h15. Vereadores que estiveram presente na sessão, Prof. Assis – presidente, Sylvio Monteiro, Prof. Imar Augusto, Toninho da Anderson, Bira do Banco, Prof. Walder, Carlos de Castro, Prof. Lúcia Stoco, Onildo, Carlos Machado, Fenemê, Mari Temperasso e Joel Almeida. Vereador que faltou na sessão José Vieira – PTB, mais votado 3.419 votos. Foi encaminhado o ofício nº 335/2009, em atenção ao requerimento nº 39/2009, do vereador Prof. Walder Mulbak, informando que o Sr. Joacir Colaço Cântido- Secretário Municipal de Habitação estará presente na sessão do dia 16 de junho de 2009, às 15h, para prestar informações referentes aos programas e projetos desenvolvidos pela respectiva secretaria. Ofício nº 339/ 2009, encaminhado, em atendimento ao solicitado pelo vereador Prof. Imar Augusto ao Dr. Alan Diório – Secretário de saúde, presente na sessão do dia 21 de maio do corrente ano, o relatório das despesas gastas com o Hospital e Maternidade de São José dos Pinhais até a data de 22 de maio de 2009. Será que cabe ao vereador questionar o outro vereador por votar contra ou a favor neste ou naquele projeto ou pedido de vistas ou cabe a comunidade questionar o vereador? Fim de sessão 17horas.